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Futebol Profissional

Posse de bola a time reativo: os perfis dos treinadores em 2018

Publicado: terça-feira,18 de setembro de 2018, às 12:55
Por: Alexandre Ricardo

A direção do Santa Cruz tem deixado claro que as conversas para a contratação de uma nova comissão técnica só devem ser iniciadas no começo de outubro, período no qual estará melhor traçada a disponibilidade financeira do clube para a próxima temporada. 

Porém, a cúpula coral já concorda que o próximo nome para assumir a equipe deve ter duas filosofias: a de trabalhar com as categorias de base e saber realizar a leitura correta de uma espinha dorsal já garantida. É o início de um processo que permanece há dois anos, já que desde Marcelo Martelotte, que esteve entre as temporadas 2015 e 2016, o Santa Cruz não mantém o comandante. 

Neste ano, três técnicos estiveram à frente do Mais Querido. Com perfis diferentes, a falta de resultados foi o principal agravante, já que o clube coral terminou 2018 sem nenhum título conquistado, além de ver o acesso à Série B escapar, principal objetivo entre as quatro competições disputadas. 

JÚNIOR ROCHA
Iniciando a carreira como treinador, Júnior Rocha foi o nome escolhido para o início do ano. Com a missão de formar um elenco praticamente do zero, o técnico encontrou dificuldades para implementar seu estilo de jogo, que valorizava a posse de bola. Com a evidente falta de entrosamento, o Santa Cruz iniciou a temporada com um alto número de empates. Mesmo com as eliminações na Copa do Brasil e no Campeonato Pernambucano, Júnior Rocha foi bancado pela diretoria, mas logo após a estreia na Série C, com uma proposta do CRB, o comandante pediu desligamento. 

PAULO CÉSAR GUSMÃO 
Com a missão de comandar o Santa Cruz nas quartas de final da Copa do Nordeste, o experiente Paulo César Gusmão buscava simplificar a disposição tática da equipe, utilizando um posicionamento no tradicional 4-4-2, principalmente sem a bola. A tentativa de mudar o astral do grupo esbarrou na falta de resultados positivos, já que o técnico somou apenas uma vitória à frente do time. A gota d'água foi a goleada sofrida para o ABC/RN, em pleno Estádio do Arruda. Em comum acordo com a direção, a sua saída foi oficializada. 

ROBERTO FERNANDES 
A esperança de salvar a temporada foi concedida a Roberto Fernandes, campeão pernambucano pelo Náutico. Apesar de ser natural do Recife, o treinador ainda não havia comandado nenhum outro clube do chamado Trio de Ferro, com exceção do Timbu. Apenas com a Série C no calendário, a missão era clara: buscar o acesso. Para isso, o técnico colocou em prática uma postura mais reativa, com o Santa Cruz buscando ser letal na recuperação da bola. Apesar de algumas oscilações durante o percurso, o primeiro objetivo foi alcançado, com a Cobra Coral se classificando para o mata-mata, na terceira colocação do grupo. Com dificuldade em repetir escalações durante o ciclo, Roberto chegou na disputa contra o Operário/PR com algumas dúvidas, entre elas o experiente Carlinhos Paraíba. Depois de vencer o primeiro jogo no Arruda, o Santa Cruz foi completamente dominado no Paraná, sendo eliminado depois de tomar 3x0 do Fantasma.

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