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Futebol Profissional

Com esperanças de fugir do Z4, Salles espera jogo aberto no Arruda e pede apoio do torcedor

Publicado: quinta-feira, 2 de novembro de 2017, às 19:02
Por: Leonardo Albertim

Com a corda no pescoço, o Santa Cruz recebe o Náutico necessitando apenas dos três pontos. E é dessa maneira que o adversário também pensa. Os dois clubes estão no Z4 e lutando para evitar a queda. Indo completar o seu 41° jogo com a camisa coral na temporada, Anderson Salles acredita em um jogo franco, com as duas equipes buscando o ataque.

“São duas equipes que vão ter que procurar a vitória a qualquer custo. E nós estamos jogando dentro dos nossos domínios e temos que fazer prevalecer isso e conseguir os três pontos que é o mais importante para fugir dessa zona incômoda que a gente passou o segundo turno praticamente todo. Se as equipes querem sair dessa situação precisam propor o jogo”, avaliou o defensor.

Artilheiro do time na temporada com 9 gols, Anderson Salles vem sendo atingido pela falta de sorte na Série B. Dos seus dois gols na competição, o último aconteceu há um mês, contra o Figueirense. Nas demais cobranças, algumas bateram na trave e deixaram o zagueiro bastante frustrado. Segundo ele, o trabalho árduo é a única maneira de reverter esse quadro negativo.

“A gente treina pra fazer as coisas aconteceram. Infelizmente não vem sendo assim. Quando chega no jogo, tem uma falta e a bola não entra, a gente fica chateado, mas não podemos baixar a cabeça. É precisa continuar tentando que uma hora a bola vai entrar. “Acho que é a questão de calma e frieza no momento. Isso a gente treina durante a semana, mas é diferente. A barreira fica parada. E no jogo os caras pulam, se mexem. Falta também um pouco de sorte”, falou.

TORCIDA
“Se o torcedor gosta da equipe, de verdade, é nesses momentos que precisa comparecer para ajudar. O nosso torcedor vem comparecendo, os resultados não estão vindo e mesmo assim eles estão dando força”.

ZONA DE REBAIXAMENTO
“A gente que a gente tem totais condições de fugir. Se ganha agora, já diminui pra três pontos. Lógico que isso é se os adversários perderem. Dificulta pelo fato da quantidade de jogos diminuírem. Mas não vamos jogar a toalha, só quando realmente não der mais. Enquanto isso, vamos brigar até o último instante”.

 ERROS
“Aconteceram algumas coisas como a saída de alguns jogadores, a saída do Vinicius (Eutrópio). Acabou que o time deu uma desandada. Perdemos alguns jogos, ficamos com uma sequência de cinco ou seis jogos só perdendo e fomos caminhando lá pra baixo. Essa sequência negativa fez a gente brigar onde estamos agora”.

SALÁRIOS
“Tudo acontece aqui. Isso deixa a gente chateado, ficar sem saber ao certo o que está acontecendo de fato. Você trabalha pensando em receber, lógico. Quando não vem uma satisfação de ninguém, deixa a gente bastante chateado. Mas isso nunca atrapalhou. Sempre treinamos forte, nos empenhamos ao máximo. Vocês (imprensa) estão aqui e podem ver sempre todo mundo se dedicando. Nessa situação que a gente se encontra de 3 a 4 meses de salários atrasados você não vê desavenças de ninguém. Em outro grupo não seria assim”.

NÁUTICO
“Cada um tem uma cabeça. Eles (Náutico) não sabendo o que está acontecendo desse lado, e nós não sabendo o que acontece por lá, dificulta um pouco. Isso é estratégia. Se o professor acha válida, a gente acata. Pode ser que seja vantajoso pra gente lá na frente”.

MATEMÁTICA
“Quando estou de folga eu assisto pouco. Não ligo o secado, mas já começamos a fazer contas. Só dependemos de nós e das nossas forças. Temos que ganhar os jogos e só assim vamos sair dessa situação. A partir de agora a gente precisa vencer. O empate já não vale mais. Vamos respeitar as equipes aqui e fora de casa”.

Foto: CoralNET

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