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Futebol Profissional

Idealizando alternativas táticas, Martelotte quer jogadores retomando confiança

Publicado: terça-feira, 29 de agosto de 2017, às 16:17
Por: Leonardo Albertim

Marcelo Martelotte voltou pela quinta vez ao Santa Cruz. A terceira passagem como técnico e uma das mais complicadas. Apresentado oficialmente na tarde desta terça-feira (29), o novo treinador, e sócio, agradeceu a confiança da grande maioria dos torcedores e já deu a entender que vai mudar a estrutura tática da equipe e comentou sobre uma possível utilização dos garotos da base

“Os meninos fazem parte do grupo hoje. Conheço Nininho, Wellington Cezar, Marcílio, Williams Luz. Eles já faziam parte do grupo profissional. Mas, nesse momento mais delicado, a experiência é mais importante. A base precisa de mais tempo, em um campeonato estadual. Mas esses jogadores que citei já estão trabalhando no profissional. Se houver a necessidade, vou utilizar. Na hora da avaliação, não diferencio quem é contratado e quem joga na base”.

RESPONSABILIDADE
“O que traz a confiança da torcida foi o que fiz e conquistei até hoje aqui no Santa Cruz. Mas isso vale muito pouco daqui pra frente. Pelo momento difícil do clube, seria difícil trazer outro nome que a torcida confiasse tão rápido. Talvez vamos conseguir trazer o torcedor de volta. Nossa história já ficou no clube e precisamos provar sempre. A responsabilidade vai ser compartilhada com todos que fazem parte do futebol”.

TÁTICA
“Eu penso em mudança no sentido de posicionamento de alguns jogadores. E quero essa flexibilidade de ver que a maneira que mais gosto não está funcionando, vamos mudar. Talvez não vamos mudar os nomes, mas queremos buscar alternativas diferentes. Se penso dessa maneira, não posso falar mais coisas para o adversário não sair na frente”.

REFORÇOS
“A gente está analisando, conversando com o pessoal da comissão técnica,que conhece mais o grupo. Vou avaliar alguns atletas que conheço menos. Vamos querer reforçar o nosso elenco. É um momento difícil para se reforçar. O regulamento limita várias situações, principalmente por ser término de temporada”

ACESSO
“Eu acredito sempre. Só que está longe. Não é nosso primeiro objetivo. Se eu disser que vim com esse objetivo, estaria mentindo. Mas se eu disse que não penso nele, também estaria mentindo. Primeiro vamos focar em tirar o Santa dessa situação. Se no final, a gente tiver em cima, pensamos no acesso”.

CONFIANÇA
“Quando você tem uma sequência negativa, isso parte muito da confiança. Vejo na Série B  um nível médio dos times, menos o Internacional. Ganhar 5 jogos, ou perder 6, é pelo fato de não ter confiança. Nossa conversa com o grupo passou muito por isso. Queremos retomar essa confiança. Temos um tempo bom para retornar isso até o próximo jogo. Queremos reverter essa sequência de derrotas”.

DESAFIO
“Se eu tivesse que comparar esse desafio de agora, esse momento, até o final da competição, seria com minha passagem aqui, como jogador. Também vim com contrato de três meses, no fim do Campeonato Pernambucano. O clube não estava bem, mas chegamos ao nosso objetivo ao final dos 90 dias. Nosso desafio é parecido. Reverter uma situação, em um período curto.  Precisamos começar uma recuperação imediata. Vejo de uma forma bem possível que podemos chegar no nosso objetivo”.

MOMENTO
“Eu não levo o fato do Santa Cruz estar na zona de rebaixamento. Se tivesse levado isso, não estaria aqui em 2015. Acredito que a qualidade do grupo é diferente da posição que estamos. Nos temos como primeiro objetivo buscar uma posição na tabela que seja mais aceitável pela qualidade dos nossos jogadores”.

SALÁRIOS
“Eu nunca vim para o Santa Cruz com a questão financeira favorável. Sempre passamos por cima dessas situação. Sabemos que o presidente e a diretoria estão correndo atrás. Procuro trabalhar em todos os setores. Já passei aqui outras vezes, conheço o clube. Vou tentar ajudar da melhor maneira possível. É uma situação que incomoda. Claro que os jogadores gostariam de estar recebendo. Mas todos vamos dar 100%”.

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