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Do direito legítimo à compensação financeira: o prejuízo do Santa Cruz fora da Sula

Publicado: quarta-feira, 5 de abril de 2017, às 14:03
Por: Daniel Lima

A perda da vaga da Copa Sul-Americana ainda dá o que falar. Sem sequer um aviso prévio, o Santa Cruz foi cortado, assim como sobrou também para o Paysandu-PA. Os pernambucanos e os paraenses teriam direito de participação na competição deste ano por terem sido campeões da Copa do Nordeste e da Copa Verde de 2016, respectivamente. Mas a reformulação da Conmebol nas vagas brasileiras nos torneios internacionais prejudicou o planejamento dos clubes. 

MUDANÇA
A redistribuição na divisão de vagas de cada país para os torneios internacionais foi anunciada no fim de novembro do ano passado.  Na Sula, por exemplo, o número de equipes brasileiras reduziu de oito para seis. Já na Libertadores, subiu de cinco para sete. 

CONSOLAÇÃO 
Para amenizar a saída da Copa Sul-Americana, a CBF deu ao Santa o direito de entrar nas oitavas de final da Copa do Brasil, junto com as equipes que estão disputando a Libertadores este ano. 

PREJUÍZO
O prêmio de consolação não cobre os prejuízos técnico e financeiro. A não participação na segunda competição mais importante do continente significa deixar de ganhar R$ 1.017.240,00 (equivalente mais ou menos a 300 mil dólares) só por disputar a primeira fase, além da renda. A verba seria muito rentável para os cofres do clube. 

COMPENSAÇÃO
Com o cenário cada vez mais irreversível, o presidente do Santa Cruz, Alírio Moraes, exigiu da Conmebol uma compensação financeira. Os valores da indenização sugerida nunca foram revelados pela diretoria. E o caso segue sem definição.

JURÍDICO
O Departamento Jurídico do Santa Cruz entrou com uma representação junto à Conmebol e à CBF ressaltando a violação de seu direito adquirido, mas até agora não obteve resposta. O clube ainda cogitou acionar a justiça, como o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) ou até mesmo a Justiça Comum para lutar pela vaga. Só ameaçou. O advogado e vice-presidente jurídico coral, Eduardo Lopes, está à frente do imbróglio, mas internamente a participação na Sul-Americana é tratada como inviável. 

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