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Mudança de cotas da Série B baseada na meritocracia beneficia Santa Cruz

Publicado: quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017, às 15:29
Por: Daniel Lima

A reunião dos clubes com representantes da Confederação Brasileira de Futebol e da TV Globo na última terça-feira na sede da CBF, no Rio de Janeiro, definiu os valores das cotas de transmissão da Série B de 2017. A distribuição passou por uma mudança baseada na meritocracia. Agora, a divisão é calculada de acordo com a classificação do time na campanha anterior no Campeonato Brasileiro. 

O novo modelo de distribuição é composto por oito níveis, variando as cifras entre R$ 6,4 mi, ao time de melhor campanha entre os rebaixados na Série A, a R$ 4,1 mi para quem conquistou o acesso à Série B. Ao lado de outros clubes, Santa Cruz e Náutico entraram em uma briga pelo aumento das cotas de televisão. A luta pela igualdade em 2017, ou pelo menos algo perto disso, acabou dando certo e beneficiando os pernambucanos. 

O Santa, por exemplo, terá a 2ª maior verba dos não cotistas em 2017, com  R$ 6,2 milhões, após ter sido rebaixado à Série B na 19ª colocação. Com auxílio do América-MG e Figueirense-SC, que caíram da Série A, os tricolores articularam o pleito e conseguiram em votação no conselho técnico mudar o formato das divisões de cotas. 

“Foram duas frentes. Uma foi ligada à situação das divisões de cotas, sendo apresentado um novo modelo para essa distribuição da Série B. Santa Cruz, América-MG e Figueirense capitanearam um processo que contemplasse as equipes que caem da Série A. Quando você desce, a despesa é grande, então é uma nova realidade. Criamos um critério e foi aprovado. Montamos uma estratégia para atingir a maioria dos votos qualitativos. Acabou sendo bom para o Santa Cruz e o Náutico”, contou o vice-presidente Constantino Júnior. 

Apesar da queda brusca na receita do clube – de R$ 23 milhões da televisão em 2016 para 6,2 milhões no ano de 2017 –, o dirigente Constantino Júnior ficou satisfeito com os valores acordados.  “É uma questão de meritocracia e justiça aos clubes que caíram. É preciso se adequar a uma nova realidade e por isso tem que ser melhor contemplado. Foi uma maneira justa e os clubes entenderam esse pleito. Foi uma grande vitória do Santa Cruz junto com América-MG e Figueirense”, pontuou. 

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