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Matéria Especial

Para os boleiros, o São João tem várias histórias

Publicado: quinta-feira,23 de junho de 2005
Por: Marcos Vinícius

Para os nordestinos, essa época do ano sempre é motivo de festa, quando falamos em São João e festividades Juninas. Para os jogadores de futebol não é diferente. É bem verdade que alguns atletas do Santa Cruz são de outra regiões do país, mas a data sempre desperta curiosidade e interesse por partes dos boleiros.

Os jogadores Carlinhos Bala e Valença, que são pernambucanos, juntamente com o meia Zada e o goleiro Cléber, provenientes do estado do Rio de Janeiro e Paraná, falaram sobre as diferenças e costumes de cada local quando chega a época de festividades juninas.

O carioca Zada admira muito a tradição das festas nordestinas, mas pouco conhece sobre os costumes locais. O meia prefere falar da culinária da época, que acaba sendo um martírio para o atleta que tem que se manter no peso. “A variedade de pratos é grande. Gosto de comer uma canjica nesse tempo. O problema é que não posso exagerar por causa da balança”.



Para o goleiro Cléber, o São João lembra os tempos de colégio, quando morava no interior do Paraná. “Recordo das quadrilhas juninas que participei na escola. Mas lá no Paraná a festa não é muito celebrada como aqui em Pernambuco”, disse. O jogador aprecia muito as comidas típicas da região e se diz surpreso sobre a importância das festividades. “Comparo muito esse período do ano com o carnaval no resto do país. Acho que as pessoas no Nordeste celebram com esse entusiasmo”, falou.

Já os atletas nascidos em Pernambuco, por viver e conhecer bem os costumes, falam com certa autoridade sobre essa época do ano. Carlinhos Bala nem tanto, por não gostar de forró, mas vê com bom olhos as festividades espalhadas por todos os cantos do estado. “Particularmente gosto de ficar em casa e não curto muito forró, mas acho legal como o povo se diverte nessa data. É tradição e não podemos deixar de celebrar”, afirmou.



O zagueiro Valença pareceu ser o mais animado com momento festivo. O atleta declarou que gosta muito do São João por ser criado sempre vivendo o clima e os costumes que esse período do ano oferece. “Tenho parentes em Caruaru, ou seja, não preciso falar mais nada. Como todos sabem, a cidade é considerada a Capital do São João. Gosto muito do ritmo do forró e das pessoas que curtem esse tipo de música. Sempre admirei essa época de fogueira”. Finalizou o defensor tricolor.

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